es-Lunes y Martes en Santiago del Chile

16.04.2018

Segunda feira é um dia para se planejar bem o que fazer, afinal, muitas atrações turísticas não abrem neste dia, principalmente museus. Assim sendo, minha primeira parada neste dia será o Cerro Santa Lucia, que acho na verdade ser Santa Luzia, que é a entonação que dão.

A cidade é tão plana, que nos cerros estão os parques. Para que construir casas penduradas se há tanto especo no plano? Este Cerro fica bem perto da Plaza de Armas, devendo seguir pela Calle Merced. Já conheço o caminho, assim, vou a pé mesmo.

Uma escada para chegar ao portão. Um livro de visitantes na entrada. E vários caminhos para chegar ao topo, todos a pé. Chego a um jardim circular, podendo escolher o lado direito ou esquerdo para continuar. Opto pelo direito. Acho que fiz a melhor escolha. Por este lado tem uma escada de pedra com degraus bem altos, de uns 40 cm, irregulares, com um grau alto de dificuldade para subir, apesar do corrimão. Mas descer por ali, com certeza, sería mais difícil. No meio do jardim circular está o 'Castillo Hidalgo'.

Mesmo depois da primeira escolha, os caminhos vão se abrindo em várias possibilidades, desvendando rochas, flores, monumentos, lagos e mais escadas. De baixo avistamos uma torre, como a de um Castelo mesmo, no pico da montanha. Aquele é o meu objetivo.

Junto ao lago, uma ponte de madeira. Um casal jovem se separa ali. O rapaz sobe sozinho, parece que ela não considera o esforço compensador. Subo pouco depois dele. Lá em cima, um cachorro tigrado dorme bem perto do portão de acesso a torre. Notei que os cachorros de rua por aqui são todos de grande porte, bem peludos, e bonitos. Aqui como lá, são abandonados quando atrapalham ou se tornam inconvenientes.

Lá do alto vejo o Cerro San Cristobal. O Santa Lucia é menor em área e em altura. Pessoas de todas as idades enfrentam as escadas com coragem e disposição. É impressionante ver como pessoas com mais de 70 anos tem energia para estas atividades, principalmente os europeus.

Quando estou descendo, encontro outro casal, agora com idade próxima a minha, e faltando muito pouco para chegar, resolvem voltar. Tento estimular dizendo que está perto, mas a mulher explica que atingiu seu limite, pois tem muito medo de altura. Seu marido a acompanha até um lugar em que se sinta segura para depois subir ao topo sozinho.

Lembrei-me de uma querida amiga, que já esteve em Santiago, mas não sei se fez esses passeios.

Continuo a descida, me dirigindo agora sempre para a esquerda. Não quero voltar pelo mesmo lugar. Assim também, verei outros lugares. Uma pedra grande com a escultura de um Inca, acho.

Uma pequena igreja, fechada. Quando chego junto a ela, um grupo de turistas com um guia espanhol, esta ouvindo as ultimas explicações sobre a construção. Logo em seguida, vem outro guia, com um casal, mas este falando em inglês, ou seja, fiquei sem saber a historia do lugar. Mas na verdade trata-se de um Mausoléu.

A caminhada agora está mais leve, chego a um platô com vários bancos e árvores. Uma praça. Ali considero um bom lugar para comer. Já é meio dia, procuro um banco com sombra, e tiro meus lanches de patê de atum com minha água saborizada, preparados no dia anterior.

Quando começo a comer, uma companhia se aproxima e tenho que me precaver. Um cachorro branco e cinza, com olhos claros, acompanhado de seu dono. É um husky siberiano. Pergunto ao dono se posso dar um pedaço de meu lanche para seu cachorro. Ele diz que sim e que é uma 'hembra'. Tiro uma beirada e jogo a distância. Ela corre para pegar. E volta. Repito a operação e ela também. Peço para tirar uma foto, ele permite. Dai começa a chamá-la e a correr atrás dela, e ela me rodeando e fugindo dele. Dou mais um pedaço e digo que é o último. Ele explica isso a ela, mas acho que ela não entende. Então ele corre chamando-a para uma escada, em direção aos banheiros, e vai embora. Ela? Vai por trás de mim, subindo no banco, e fica a espera de mais um agrado. Ele desiste e volta. Eu acabo o lanche. Deixo-a cheirar minhas mãos vazias. Acaricio sua cabeça. E agora ela esta convencida. Argumento com ele que ela gostou mais do meu lanche do que dele. Ele concorda.

Agora saio calmamente, pelo lado da primavera, e confirmo que minha escolha foi a melhor, pois agora estou mais cansada.

Voltando para 'Calle Merced' procuro o número 860, para a casa Colorada. Encontro-a fechada - Segunda-feira...

Mas ao lado tem uma galeria, quero usar o banheiro então entro a procura de um. Acho algumas lojas de sex-shop, com umas roupas insinuantes, bem interessantes. Pergunto a menina que esta atendendo se quem compra essas roupas são as mulheres, para elas mesmas, ou os homens, para suas mulheres? Ela diz que ambos. Não sei se teria algo do meu tamanho, nem se iria agradar vestida assim, mas eu curto, fico animada.

Atravesso a rua, pois vejo outra galeria em frente, esta me parece um pouco melhor, deve ter banheiro. No primeiro piso vejo logo de cara um salão com manicure. Por quanto? Só mão, CLP 5000. Gente! Economizei no almoço, mas não estou mais aguentando minhas unhas assim. Estão muito quebradiças, e ressecadas. A manicure foi comprar o almoço. Então vou dar uma volta à procura do banheiro. Mas são muitos salões de cabelo e desenho de sobrancelhas neste andar. Só não tem outras manicures, uma cabelereira me diz que posso usar o banheiro onde for fazer o serviço de manicure. Descido continuar descendo pela rampa em espiral, e fico impressionada. No andar de baixo, mais casas de sex-shop, e alguns cafés só para homens, que tem as cortinas fechadas. Mais um piso, tem um monte de máquinas de jogos, virtuais, um verdadeiro parque de diversão das fichas. Chego à conclusão que este deveria ser chamado o shopping dos prazeres da carne.

Faço a unha, uso o banheiro, tomo informação sobre a Rua Companhia de Jesus, que é onde se localiza meu próximo destino. É fácil, esta rua é a continuação da Merced. E a numeração é continuada. Não muda com o nome da rua. Ainda bem, então meu destino esta há um pouco mais de 1 km à frente.

Numa esquina, logo a seguir, outra igreja. Bonita por fora. Entro. Sou maníaca por construções diferenciadas. As igrejas estão entre as minhas preferidas, de qualquer religião, desde que apresentem estilos elaborados de construção.

Em seguida, passo em frente ao Tribunal de Justiça, é tarde para a visita guiada, mas vou perguntar como funciona, e descubro que é só para Instituições, físicas ou jurídicas, mas que posso transitar pelo prédio e fotografar, só não posso entrar nas salas de audiências e demais.

Um pouco adiante e sem perceber, para fugir do sol, entro num corredor e estou no Shopping Mal Spacio M. Este é um dos lugares da Call Companhia de Jesus que marquei. Queria ter almoçado ali, mas como carreguei meu lanche, resolvo comer então só o 'postre'.

Não sabia bem o que queria, mas o que me encanta mesmo são os bolos. Num restaurante/ cafeteria do andar mais alto, escolho uma torta de bolachas maizena, massa folhada, doce de leite, e cobertura de merengue. Quanto gastei mesmo? R$ 20,13. Uma boa relação custo/beneficio.

Demoro a comer, pois é grande, doce, e difícil de cortar com a colher num prato tão pequeno. Fez-me lembrar duma sobremesa de chocolate que comi junto a meus amigos de infância, em Espirito Santo do Pinhal. Uma delicia, mas ao estilo francês. Um prato enorme, bem decorado, para um docinho minúsculo no meio. Aqui, faltou prato.

Logo em seguida, encontro o Museu Precolombino, mas estava fechado, de modo que voltarei amanhã. Já sabia disso.

Fui até o Palácio Alhambra, sabia que estava em manutenção, mas não imaginava que estaria escondido. Queria fotografar ao menos por fora.

Então, vou procurar a 'Calle Ahumada 140 atrás de outro ícone da cidade. As garçonetes de pernas nuas. São cafés com balcões sem cadeiras, de modo que as pernas das atendentes fiquem visíveis por todos. As meninas são escolhidas a dedo, mas hoje em dia acho que não é mais tão atrativo assim. Têm moças com shorts bem menores andando por toda a cidade. Esse não é o único café do gênero, logo ao lado tem outro onde as moças usam saias bem de colegial. Por toda a redondeza é possível observar estes cafés. E as moças estão acostumadas a serem olhadas e fotografadas.

Sigo em direção à estação de metro Universidade do Chile e vejo um edifício bem chique. É um Clube de bacanas. A Torre Entel também esta ali ao lado. Mas esse é um programa para amanhã. Estou cansada e quero cama. Tomei muito sol hoje.

Passando pela Baquedano e pela Praça Itália, me dei conta que não tirei fotos do local, e que também não tinha visto os cadeados na Ponte. Tem sempre muita gente para os dois lados, e se não andar rápido, não consegue atravessar todas as pistas. Eu fazia a travessia em dois fechamentos de farol.

Chego ao hostel por volta de 16h, tomo um banho e às 17h vou dormir um pouco. As 19h estou de pé. Como outro lanche de atum com cevada quentinha, subo para o quarto, aproveito que estou só para depilar-me e vou para frente do netbook ate às 2h. Durmo bem, meus companheiros de quarto foram todos embora.

Acordo com várias manchas de picada de inseto, já tinha umas duas, mas agora exageraram. Pior que não vejo os bichos. Pernilongo não é, pois estão demorando a sumir as manchas. Será que é percevejo? Trouxe o repelente, mas ainda não tinha sentido a necessidade de usar.

Terça-feira, dia 14, dia par, então tem troca da guarda no Palácio de la Moneda. Tenho que levantar às 8h e não posso ficar enrolando. Já que estou sozinha no quarto, decido lavar umas roupas de calor que usei nestes dias. Estendo na guarda da cama. Tomo meu café e às 9h estou a caminho da estação Baquedano. Desço na estação de La Moneda e o Palácio esta a uma quadra a direita. A frente do Palácio tem uns lindos espelhos d'agua, mas o evento ocorre atrás do prédio, conforme me explicou o guarda.

Já tem um bom tanto de gente. Vou para junto do alambrado, na região que tem sombra. Muitos brasileiros que estão vivendo no Chile estavam por ali, a procura de turistas, para vender pacotes turísticos. Estou ao lado de um casal quando a Shirlanne nos aborda perguntando se somos brasileiros. Pensa que estamos juntos.

Ela pergunta: "de onde são?

Eu, bem chata respondo: "do Brasil."

Ela, "não, de que parte? a mocinha mais simpática responde, de Minas. Eu digo que sou de São Paulo. O namorado da mocinha também mora em Minas.

A Shirlanne começa a explicar as vantagens de adquirir com ela o pacote para a vinícola Concha Y Toro. Coincidentemente, este é o meu programa para amanhã, então escuto. Ela diz que só a entrada é de CLP 14mil. Seu pacote é de CLP 20mil pegando e deixando de volta no hotel. É logico que é compensador. O conforto tem seu preço. Mas não quero pagar o preço. Lembram, a proposta de minha viagem?

Já tenho algumas indicações de metrô e ônibus a tomar. Depois que ela se afasta a mineira diz que outras pessoas com quem conversou disseram ser perfeitamente viável ir sozinho.

Paramos de conversar. O show começou. Sim, porque é um verdadeiro espetáculo.

Com direito a banda marcial, cavalaria, infantaria, todos em roupa de gala, fazendo um verdadeiro exercício durante meia hora. Execução de várias músicas. Tocou a música "Siboney", e isso me fez lembrar meus pais, militares, desfile militar, música dos bailes que frequentávamos. Ambos apreciariam. Minha mãe ainda terá a oportunidade.

Despeço-me dos mineiros que irão embora ainda hoje e vou para o Centro Cultural de La Moneda, que está com uma mostra, chamada 'El mito de Roma' e tem entrada gratuita até às 12h.

É um espaço muito amplo, e além das salas reservadas a mostra, tem um espaço interativo, onde os escolares interpretam o teatro romano, ou cavam em caixas de areia, ou ainda se alimentam em mesas reservadas para piqueniques.

A mostra sobre Roma me encanta. Adoro história. É um curso superior que tinha vontade de fazer.

Leio todas as placas em letras maiores, e assim vou aprendendo melhor o espanhol. Confundem-me as palavras com escrita igual, mas sílaba tônica diferente.

Depois de percorrer ambas as salas, vejo uma exposição de fotos de Poirot, um fotógrafo chileno. Tomo uma água de ouro. CLP 2200 por 300 ml. Mas estava com sede e o café do Centro Cultural era o lugar mais próximo. Nem era uma Perrignon.

Lá fora me informo sobre a Torre Entel e o 'Paseo Bulnes', a torre está logo ali ao lado. Tiro fotos e...

Decepciono-me. Não se pode subir nela. Que graça tem olhar aqui de fora? Entro no Burger King para almoçar. Já é quase meio dia. Pedi um Whoper simples com aros de cebola, uma soda e uma torta de chocolate. Estava muito gostoso. Gastei CLP 4250? Minha memória está dando sinais de cansaço.

Vou para o 'Paseo Bulnes', do outro lado da avenida, logo adiante. É longo o passeio, só para pedestres, com duas fontes. Um lugar bonito, mas a pintura de Edgard Mueller, em 3D, que vim procurar, não é aqui. Não tem problema. O lugar valeu a pena assim mesmo, até porque, no final do caminho, quando olho para esquerda, o que vejo? Outra igreja. Fenomenal.

Tirei umas fotos de sua fachada e quando vou entrar... Estão fechando. Estão fechando?

Posso tirar uma foto? (com cara de cão sem dono=Eu). (sinal de vem com a mão=Ele) (cara de feliz=Eu).

Subo a escada, entro um pouco, tiro uma foto e retorno. Foi o que pedi para fazer... Pergunto se é normal fecharem neste horário? Tem hora da 'ciesta'?

_" Não, é só um costume. Já tirou a foto?"

_" Sim. Tirei uma."

_" Pode tirar mais."

_ "Então vou aproveitar para fazer uma oração", digo. E entro feliz para uma oração e mais algumas fotos.

No final ganho uma lembrança da Igreja do Santíssimo Sacramento, que vou dar para minha sogra. É um folheto, mas sinto que foi dado com carinho. O moço ainda me explicou como chegar ao Museu Precolombino.

No caminho, encontro uns moradores de rua diferentões.

Não era muito perto, andei umas 10 quadras, mas era o possível. Parei num café Santander, para ter Wi-Fi e saber se estava perto do meu destino. Aproveitei para descansar sentada e na sombra, pois o sol está escaldante. É um calor seco. Consultei o Google Maps e estava só a 350 metros de meu destino. O cappuccino ficou por CLP 2390.

O museu precolombino cobra o ingresso. Paguei CLP 2000 porque sou estudante. Preciso continuar meus estudos. Porque gosto e porque tem suas vantagens.

Deixei minha bolsa e umas lembrancinhas que adquiri para minhas filhas, depois que a mineira me disse que maquiagem aqui tem ótimo preço. Eles sugerem que iniciemos a visita pelo subsolo, onde está a exposição permanente do que denominam pre-Chile.

Falam das populações nativas, os Rapa-Nui da Ilha de Páscoa, que pertence politicamente, ao Chile. Dos Mapuches, da região de Santiago, da população do Sul, mais exuberante em fauna e flora, e do Norte, árido. Sai dali chorando, pois sabia que seria um lugar que o Roberto (meu falecido marido) gostaria muito de estar. Pena! Não foi possível. De um banco do andar térreo, descobri que no segundo andar tinha banheiros, exatamente o que estava precisando naquele momento. E que estou precisando novamente, agora, pelo mesmo motivo: Saudades.

No segundo andar tem também uma exposição do acervo do Museu. Das civilizações posteriores. Impressiona a diferenciação de classes econômicas em todos os tempos. Tanto na vida quanto na morte. Se você pode em uma cor, eu posso colorido. Se você pode pequeno, eu posso grande. Se você pode em madeira, eu posso em ouro. Essa foi, para mim, a essência da exposição.

Na sala sete, depois de uma porta giratória, num espaço mais escuro que os demais, amostras de tecidos antigos. Estão em vitrines que só se acendem com a aproximação do visitante. Pergunto ao segurança e recebo a confirmação que é para evitar a perda de cores e a deterioração do tecido. As luzes são especiais para esse fim. É a única sala em que não se permitem fotos, nem sem flash.

Mas uma coisa me ocorre. Será necessário reservar para visitar a vinícola? Isso me tira do presente e me leva para o futuro. Desconcentrei-me. A internet ali não esta funcionando bem. Abro o site da vinícola e eles têm um sistema de reserva, mas não consigo concluir e meu único dia disponível para fazer isso é amanhã. Agora tenho pressa. Quero chegar ao Hostel antes das 17h e fazer a reserva. Só irei com essa garantia.

Assim, procuro a estação Universidade do Chile e...

Lembrei-me, a estação de Leones também atende uma Faculdade. Isso é que se pode chamar de movidos pela cultura.

E, um senhor que estava transitando por ali, me dá à direção a seguir, mas segue conversando comigo. Já visitou vários países da América do Sul. O Brasil ainda não teve coragem. Por quê? Porque tem medo de não querer voltar para o Chile, as brasileiras o encantam. Hahaha.

Na 'Calle Dardignac", perpendicular a Ernesto Lagarrigue, onde estou, passo em frente a um armazém e resolvo comprar ovos, crus, porque vendiam-nos também cozidos, um tomate, um pouco de queijo e presunto cozido, uma água de 1 1/2 litro e um suco de Aloe Vera com sabor de abacaxi, gastando CLP 5240. É a primeira vez que vou cozinhar durante a viagem.

Guardo as coisas na geladeira, menos os líquidos, pois estou com sede. Tomo um banho quente, que me deixa ensopada de suor, mas que depois me faz muito bem. Me troco e vou tentar a reserva na vinícola. Ótimo, consegui. Para amanhã às 13h20.

Vou para a cozinha. Fazer uma omelete, ou o mais próximo disso que a frigideira permitir. A quantidade é grande, então só comerei metade. Não comprei nada para levar, mas lembro de que outra coisa boa do hostel é um dos pães do café da manhã.

Então, recapitulando, o que o Hostel Kombi tem de bom:

- localização para vida noturna;

- proximidade da estação Baquedano e outros pontos turísticos;

- o gato; e

- o pão.

Não é muita coisa.

Confirmo com a recepcionista brasileira e posso deixar minha bagagem embaixo da mesa de sinuca, no dia 16, durante o dia, pois o horário de meu ônibus é só à noite, e quero aproveitar a manhã do último dia.

Minha omelete ficou feia, mas gostosa. Como metade, embrulho metade. Guardei duas fatias de queijo e duas de presunto também para o lanche de amanhã. Suco comprarei no caminho.