es-A volta pra casa. De Maceió.

22.02.2018

Aproveitando para parar nas praias do Sul de Alagoas que não tivemos tempo de conhecer.

De Penedo a Maceió é bem pertinho, e o tempo não estava muito bom. o que para a viagem de carro é ótimo, pouco sol e sem chuva. Menos cansativa. Ainda assim, quis dar uma olhadinha na praias do caminho que não houve tempo para conhecer e explorar um pouquinho que fosse.

Primeira parada: Pontal do Peba. Me disseram que é lindo. Fui conferir.

A seguir, Pontal do Coruripe. Tô gostando...

E ali, em frente à Praça do Farol, um espaço das artesãs locais, que confeccionam peças para decoração, bolsas e outros artefatos com a palha do ouricuri.  Trata-se de uma palmeira típica da caatinga que dá cachos de coquinhos com polpa muito doce. Minha tia e madrinha, baiana, dizia que quando menina, comia a larva do ouricuri, que era docinha como o coquinho e fazia lembrar leite condensado. Será?

Do prédio da Associação podemos ver a praia. Trabalhar aqui deve ser, no mínimo, prazeroso. Veja que para elas o tempo estava frio, por causa de um vento mais forte, já colocam logo blusas de manga comprida.

Depois de adquirirmos alguns objetos, fomos adiante, com parada em Dunas de Marapé, no município de Poxim. Era um lugar que fazia parte de meu roteiro, mas que me acompanhou viu que o dia destinado a este passeio estava nublado, e eu adaptei o roteiro indo até o núcleo de artesanato do Pontal do Mundaú, rendeiras de Maceió. Mas vi que este lugar merece uma visita. Adorando as praias do sul, as do norte de Alagoas não devem deixar nada a desejar.

Outro ponto que estava o roteiro e este sim pudemos visitar neste retorno foi o Mirante do Gunga. Foi o único lugar, durante o retorno, que pegamos umas gotas de chuva, justo quando estávamos lá em cima. Confesso que a visão com o tempo ensolarado é muito mais bonita, mas foi a oportunidade de minha mãe constatar a imensidão de área plantada com coqueiros, que só avistamos da estrada, sem noção da profundidade. Ali aproveitamos o restaurante vazio e almoçamos uma última comidinha típica com preço bem satisfatório.

Quando estava quase chegando a Maceió, um pouco depois de Massagueira, o GPS nos mandava retornar, e seguimos por uma rota diferente que funciona como um anel viário, tirando-nos do trânsito da capital. Uma estrada bonita, mas que me causou certo receio por me ver afastando do destino. Um rapaz no ponto de ônibus confirmou o trajeto alternativo e assim, seguimos em frente.

Parei num posto, a beira da estrada, para abastecer, pois tinha que devolver o carro com o tanque cheio como recebi, pergunto:

_Tem álcool?

_ Não, só tem gasolina.

_ Em que bomba?

_ Mas só chega amanhã.

Hummmm. Não entendo muito bem essa mecânica de pensamento.

Já chegando ao aeroporto, quase um carro, que saiu de uma travessa da avenida principal, onde eu seguia pela pista central das três existentes, invadiu a minha faixa, tendo eu que desviar para a esquerda e voltar rapidamente porque lá estava um caminhão, poucos metros para trás, escapando de um possível acidente quase na reta de chegada após 2170 Km rodados. Mas mandei bem, durante todo o trajeto, e por isso agradeço a Deus. E ao meu falecido marido que me proporcionou esta experiência nas estradas desse Brasilsão.